Objetivo é agregar valor às florestas plantadas de Mato Grosso do Sul

Com o objetivo de discutir alternativas para agregar valor às florestas plantadas de Mato Grosso do Sul, dando aos produtores novas possibilidades de comercialização do produto, foi formado nesta terça-feira (24), um grupo de trabalho, conduzido pela Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) com a participação do Reflore-MS (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas) e do Governo do Estado.

De acordo com a Fiems, o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, explicou que a entidade auxiliará na busca de pesquisa e análise de implementação de projetos com viabilidade técnica. Já o diretor-técnico do Senai, Gilberto Evidio Schaedler, destacou que o grupo irá trabalhar na discussão, estudo e análise de viabilidade de projetos e ações.

Segundo o presidente da Reflore-MS, Moacir Reis, o Estado já tem uma sobra de 200 mil hectares de floresta plantada, considerada uma área significativa e o produtor quer procurar novos usos. Ele destacou que há alguns anos, havia o consumo de madeira para carvão e, hoje, principalmente, para a celulose, com a expectativa da utilização da biomassa para geração de energia.

O superintendente de energia do Governo do Estado, Edmir José Bosso, também participou do encontro e disse que o grupo de trabalho fará um estudo de viabilidade socioeconômica para produção de energia a partir da madeira que existe em abundância no Estado.

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