Considerado o maior investimento no estado, o empreendimento da Klabin, batizado de Puma, custou cerca de R$ 8,5 bilhões e gera mais de 1,4 mil empregos diretos e indiretos.

Segundo a empresa, a fábrica começou a produzir em março e já opera a plena capacidade, de 1,5 milhão de toneladas de celulose. Do total da produção, 1,1 milhão de toneladas são de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil toneladas são de celulose branqueada de fibra longa (pinus).

Ainda de acordo com a empresa, a área florestal que fornece madeira para a nova unidade está a 72 quilômetros, o que garante a competitividade e o baixo custo do transporte de madeira. Em abril, a Puma fez a sua primeira exportação, de 20 mil toneladas, para a China.

Pelo convênio assinado entre a empresa e o Governo do Paraná, Ortigueira fica com 50% da cota parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) gerado pelo empreendimento.

Os outros 50% da cota parte de ICMS são divididos entre os municípios que fornecem madeira para a fábrica, inclusive Ortigueira, conforme a empresa. São eles: Cândido de Abreu, Congoinhas, Curiúva, Imbaú, Reserva, Rio Branco do Ivaí, São Jerônimo da Serra,Sapopema, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.
A celulose da Klabin atenderá ao mercado nacional, que, hoje, importa a matéria-prima utilizada na fabricação de fraldas, absorventes e outros produtos.

 

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